Fontes do jornal New York Times afirmam que, em breve, o Google deverá lançar uma espécie de óculos inteligentes, capazes de transmitir informações a partir de dispositivos móveis ou internet direto para o globo ocular, em tempo real. Segundo diversos funcionários da gigante de buscas familiarizadas com o projeto, o Head Up Display (HUD) é um sistema similar ao utilizado pelos pilotos em voo, que permitirá que o Google transmita informações em tempo real para os usuários diante de seus olhos.
Ainda de acordo com as fontes, os óculos serão baseados no sistema operacional da companhia (Android) e possuirão uma tela de LCD ou AMOLED. Além disso, eles terão conexão com a internet (3G ou 4G) e GPS. A navegação pelo equipamento vai funcionar de acordo com os movimentos da cabeça do usuário (frente e trás) e, portanto, o dispositivo terá sensor de movimentos e hardware de armazenamento.
As fontes do jornal ainda afirmam que os óculos serão focados em um olho apenas, e que o aparelho não deverá ser usado diariamente. A novidade poderá chegar ao mercado no fim do ano nos Estados Unidos por um preço semelhante ao dos smartphones que rodam Android: entre US$ 250 e US$ 600.
Recentemente, outro rumor, publicado pelo site 9 to 5, dizia que o Google lançaria um par de óculos para visualização de realidade aumentada. O display que exibiria a parte da realidade aumentada ficaria sobre uma das lentes e o aparato seria controlado de duas formas: por voz ou movimentos da cabeça. O boato também fez menção ao uso de conexão via smartphones.
A Prefeitura do Rio de Janeiro disponibilizou para download gratuito o “Rio Guia Oficial”, um aplicativo para smartphones com dicas e informações úteis para turistas que visitam a cidade.
Com versões em inglês e espanhol, o guia trará telefones úteis da cidade, como dicas de hospedagens, passeios, itinerários de ônibus, serviços, compras e locais para a prática de esportes.
Para este carnaval, o aplicativo já disponibiliza uma seção exclusiva para os foliões, com roteiro completo dos blocos de rua, bailes de carnaval e desfiles na Sapucaí.
Criado pelo Grupo.Mobi, o aplicativo também ajudará turistas (e até os cariocas) com outras dicas culturais como programação de museus, teatros, bares e casas de espetáculos.
De Cher a Gal Costa, são cada vez mais adeptos do Auto-Tune, programa que ajuda cantores a chegar ao tom certo. Ele foi lançado em 1997 pela Antares, empresa criada por um veterano da indústria do petróleo chamado Andy Hildebrand. A experiência anterior não é coincidência. Hildebrand trabalhava com prospecção, ou seja, a busca pelo ouro negro debaixo da terra.
A atividade consiste em emitir ondas sonoras no subsolo. Por meio do reflexo dessas ondas, é possível localizar petróleo. Então, Hildebrand notou que a interpretação rápida e precisa das ondas sonoras podia ser usada na música. Foi esse funcionamento que inspirou a criação do Auto-Tune. Seu uso pode ser discreto, disfarçando breves incorreções vocais, ou ostensivo, o que gera aquele som sintético típico das músicas do Black Eyed Peas.
O exagero no Auto-Tune é controverso. “Comprometer uma performance 98% boa por causa de duas notas não vale a pena”, diz o produtor musical Kassin. Para ele, o excesso tira a naturalidade da voz. Mesmo polêmico, o programa já faz parte da música atual. Gal Costa, que trabalhou com Kassin, entrou na onda e ainda assumiu no título da música: Autotune Autoerótico. E o maior sucesso do YouTube em 2011 é um exemplo nítido do gênero. Com 180 milhões de visualizações, Rebecca Black ostentou o Auto-Tune nos versos pegajosos de Friday.