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MEIA MARATONA INTERNACIONAL DE SP

Pontos positivos, negativos e toda a minha experiência nessa prova tão desafiadora.

Meia Maratona Internacional de São Paulo
Ontem (19/02) participei da Meia Maratona Internacional de SP e vou contar para vocês todos os pontos negativos e positivos da prova, e como foi a minha experiência.
 
CORREDOR PIPOCA
Ponto positivo: Intensa campanha contra corredores pipoca (que não estão inscritos oficialmente na prova).

Foto: Yescom

 
KIT
Composto por uma bolsa, camisa, café, água de coco, gelzinho para dores musculares, e gel carb up.
Disponibilizaram 3 dias para a entrega (quinta, sexta e sabado).

Foto: yescom

 
LARGADA
Prevista para a 7 horas da manhã (categoria pelotão geral), na Praça Charles Muller.
Ponto positivo: Os corredores foram divididos em setores de acordo com o tempo previsto para o término da prova (informado durante o ato da inscrição). Isso ajudou a evitar aquele tumulto entre os corredores durante o percurso.

Divisão dos setores na largada. Foto: Yescom

 
HIDRATAÇÃO
Ponto positivo: 8 postos de hidratação.
Ponto negativo: As pessoas do apoio não entregavam a água na mão, isso gerava um acúmulo de pessoas ao redor das caixas, e acredito que tenha prejudicado os corredores que estavam em uma maior velocidade.
Além disso, no km 13 havia um posto com isotônico.
Havia? Quando chegamos, já tinha acabado, e quem contou com ele, ficou sem.
 
KIT PÓS PROVA
Recebemos uma linda medalha, isotônico (agora sim), whey protein, suco de caixinha, maçã, biscoito, banana, torrone com amendoim e barrinha de cereal.
 
Minha experiência:
Apesar de ter sido a prova mais dura que já participei, devido às inúmeras ladeiras e ao sol escaldante do dia, valeu cada km.
Cheguei na largada com uma forte dor de estômago (talvez pela ansiedade), e já tinha decidido, com o coração na mão, que não iria participar.
Mas naquele clima contagiante, com aquele tanto de corredor, como desistir?
Então resolvi pelo menos tentar, se a dor apertasse, eu pararia.
Fui km por km, e quando vi, já havia terminado um terço da prova.
Ate o km 7 estava tranquilo, a maior parte do percurso na sombra e o sol ainda não estava tão forte.
 
A dor vinha e ia, mas o que era a dor diante de toda aquela emoção que eu estava sentindo?
O que era a dor diante da minha vontade de vencer?
O que era a dor diante da vontade de ficar ao lado do meu namorado na sua primeira meia maratona?
 
Quando chegamos no km 15, havia um sol para cada corredor. Ele chegou com força mas, continuamos.
Afinal, o que era 6 km para quem já tinha corrido 15?
Nessa hora concordei com cada letra da frase "Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá acompanhado".
Corri lado a lado com o meu namorado durante toda a prova, e quando um fraquejava, o outro criava forças para continuar. E assim foi... um apoiando o outro até o final.
Faltando 5 km, começamos uma contagem regressiva, comemorando km por km, metro por metro, até enfim, cruzar a linha de chegada.
Vitória! Superação! Emoção!

Sorriso no rosto e medalha na mão!

 
Contato
Instagram: @raizazucchi

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